segunda-feira, 23 de abril de 2018

                 
N I Ó B I O  Brasileiro, Um Gigantesco Tesouro Sendo Mal Aproveitado..


>UM TESOURO GIGANTESCO, capaz de transformar o Brasil em um país de primeiro  mundo, e tirar toda sua população que vive abaixo da linha da pobreza. Seu numero atômico  é  (41)  e sua massa de 92,9, esse mineral foi descoberto oficialmente em 1801 por um químico inglês de nome Charles Hatchett e na época esse metal teve seu nome conhecido como Colúmbia, em referência ao local de onde à amostra tinha vindo, connecticut  nos Estados Unidos, época  essa em que os poetas ingleses se referiam ao pais como Colúmbia.  Anos mais tarde, o nióbio foi confundido com Tântalo pelo químico Inglês William Hyde: quando ele afirmou que os dois elementos eram idênticos.  Foi só em 1846 que outro químico, o alemão Heinrich Rose, comprovou que eram coisas totalmente diferentes. Mas mesmo assim, quando a confusão foi desfeita, os americanos continuaram chamando o elemento de colúmbim, mas os europeus adotaram o nome de nióbio, numa referência toda especial a Nióbia, uma deusa figura da mitologia grega, filha de Tântalo..
No  ENTANTO, esse metal não é tão fácil de encontrar na natureza e no mundo só existe dois países com tamanha riqueza em seus subsolos, que é o Brasil com 98% a 99% de toda  reserva mundial, seguido do Canadá e Austrália. O Canadá com os 2% restantes, (dois por cento), este que é distribuído em abundância e beneficio de toda sua população através dos impostos mais baixos, saneamentos básicos, escolas, saúde, segurança e por ai vai, e mesmo assim, sobra muito dinheiro para o pais investir em outras áreas.
NO BRASIL, as reservas são da ordem de 842.460.000 toneladas aproximadas para mais ou para menos, e as maiores jazidas se encontram nos estados de Minas Gerais (75% do total), Amazonas (21%) e em Goiás (3%).  O nióbio é um metal mais leve e mais resistente ao mesmo tempo, com apenas umas 100 gramas no meio de uma tonelada de ferro ou aço, e a liga se torna muito mais forte, resistente e maleável.  Carros, pontes, gasodutos, equipamentos nucleares, foguetes,  turbinas de avião, aparelhos de ressonância magnética, mísseis, marcapassos, usinas nucleares, sensores de sondas espaciais, etc.… praticamente tudo o que é eletrônico, ou leva aço, fica melhor com um pouco de nióbio. Os foguetes da empresa americana SpaceX, os mais avançados do mundo, levam nióbio. O LHC, maior acelerador de partículas do planeta também usa, assim como  o D-Wave,  o primeiro computador quântico. O Brasil possui em suas reservas o equivalente a 842 milhões de toneladas de nióbio, que valem inacreditáveis US$ 22 trilhões: o dobro do PIB da China, ou duas vezes todo o petróleo do pré-sal. Por isso, há quem diga que o nióbio a longo e médio prazo pode ser a salvação do Brasil, a chave para o País se desenvolver e virar uma superpotência mundial.
SEGUNDO O Relatório do Plano Nacional de Mineração 2030, o Brasil explora atualmente 55 substâncias minerais, isso sem contar as não exploradas, respondendo por mais de 4% da produção global, e é líder mundial apenas na produção do nióbio.  No caso do ferro e do manganês, por exemplo, em que o país também ocupa posição de destaque, a participação na produção global não ultrapassa os 20%.  Tal vantagem competitiva em relação ao nióbio desperta cobiça e preocupação por parte das grandes siderúrgicas e maiores potências econômicas do mundo, que costumam incluir o nióbio nas listas de metais com oferta crítica ou ameaçada.
EM 2010, um documento Secreto do Departamento de Estado americano, vazado pelo site WikiLeaks, incluiu as minas brasileiras de nióbio na lista de locais cujos recursos e infraestrutura são considerados estratégicos e imprescindíveis aos EUA .
PARA O PESQUISADOR  Roberto Galery, professor da faculdade de engenharia de minas da UFMG, o Brasil deveria usar o nióbio como um trunfo para atrair mais investimentos e transferência de tecnologia. "Se o Brasil parasse de produzir ou vender nióbio hoje, isso geraria certamente um caos", afirma.  Pois somente dois produtores no Brasil esta toda a produção brasileira de nióbio, concentrada nas mãos de duas empresas: a CBMM, controlada pelo grupo Moreira Salles - fundadores do Unibanco - e a Mineração Catalão de Goiás, controlada pela britânica Angla American.  A CBMM é a empresa líder do mercado de nióbio, respondendo por cerca de 80% da produção mundial. Em seguida, estão a canadense Iamgold, com participação de cerca de 10%, e a Anglo American, com 8%, que só possui operação de nióbio no Brasil. Mas a  CBMM  esta  presente hoje em todos os países produtores de aço, com destaque para a China, Japão, Estados Unidos, Coreia, Índia, Alemanha, Rússia e Inglaterra.   
A PREOCUPAÇÃO Com a sustentabilidade abre mercados também, e as empresas atuais apostam numa maior adesão ao produto no mundo, especialmente devido à demanda por matérias-primas mais eficientes e à preocupação com a sustentabilidade e o meio ambiente.  O ferro-nióbio pode ajudar, por exemplo, a produzir estruturas e veículos mais leves, que consomem menos energia e combustível.  A indústria chinesa, por exemplo, é um dos setores que ainda usam aço com uma porção pequena de nióbio, diferentemente do que já ocorre em mercados como EUA, Europa e Japão, onde as siderúrgicas costumam fazer adições de 80 a 100 gramas do minério por tonelada de aço. Na China, esse índice de uso é de cerca de 30 gramas por tonelada de aço, ou seja, por enquanto.
BEM, INFELISMENTE nada é insubstituível, pois o nióbio é substituível por alguns outros metais embora em reservas menores, como o Vanádio e o titânio que cumprem basicamente a mesma função. O vanádio é encontrado na África do sul, na Rússia e na China. O titânio esta presente na África do Sul, na Índia, no Canadá, na Nova Zelândia, na Austrália, na Ucrânia, no Japão e na China, embora o Brasil também possua.  E assim esses países preferem explorar suas próprias reservas a depender de um mineral que é praticamente exclusivo de uma só nação, o Brasil. Em alguns casos também é possível trocar o nióbio por Tungstênio, Tântalo ou Molibdênio. Por isso o nióbio tem um preço baixo no Brasil, pois do contrário, as vendas seriam muito mais escassas ainda. Mesmo assim, como é de se esperar, o Brasil fatura com os royalties, e cobra pouco, mas cobra. O estado fica com 2% do valor das exportações do nióbio, bem menos do que a Austrália, com seus 10% nas transações. Nós poderíamos impor royalties mais altos (com o petróleo, por exemplo, eles ficam entre 5% a 10%) Mas não há sinais de que isso vá ser feito tão cedo. O Marco regulatório da mineração, que esta tramitando no congresso desde junho, não traz nenhuma regra especifica para o nióbio.
MAS... Depois de crescer 10% ao ano na década passada, o mercado mundial de nióbio ficou estável. A demanda é de 100 mil toneladas anuais, sendo que 90% são fornecidas pelo Brasil. De todos os 55 minérios que o Brasil exporta, o nióbio é o único em que somos lideres globais. Ele é o nosso terceiro metal mais exportado em valor financeiro, só ficando atrás dos minérios de ferro e do ouro, e empatado com o cobre na terceira posição. No entanto, “O surgimento de novas tecnologias pode levar ao aumento do mercado de nióbio”, disse Marcelo Ribeiro Tunes,  diretor do Instituto Brasileiro de Mineração, (IBRAM). Afinal, o consumo mundial cresceu cem vezes desde a década de 1960, e é provável que as tecnologias  continue a dar seus saltos e encontrar novos usos para o nióbio no futuro. Mas se quisermos explorar todo o valor dessa riqueza natural, precisamos aprender o que fazer com ela, e começar a fabricar produtos diferenciados e mais sofisticados.  Exemplo: O Brasil deveria desenvolver a tecnologia desse material na medicina, nos transportes, na engenharia, entre outras soluções do contrário, vamos continuar a mercê dos compradores estrangeiros, como sempre estivemos desde que, no comecinho do século 16, navegadores portugueses descobriram a primeira de nossas commodities, que era uma madeira de lei chamada... “Pau Brasil.”
E ASSIM, Parece que o Brasil com suas políticas atrasadas em relação às riquezas que possui, não esta levando a sério esse tesouro disponibilizado pela mãe natureza como uma fonte estratégica de centenas de anos a fio longe de se esgotar tão cedo, deixando com isso de ganhar mais impostos, desenvolvimentos e serviços revertidos a sua população, por estar sendo mal administrado e distribuído irresponsavelmente para o mundo lá fora. Muita coisa mudou desde sua descoberta e muitas invenções surgiram e surgem a toda hora, como por exemplo, equipamentos de exploração do espaço sideral, descobertas de outros mundos, viagens aos planetas próximos a terra e assim por diante. Logicamente todos esses aparelhos muitas vezes gigantescos necessitam de estruturas de metais resistentes, mais leves e até mais em conta em relação a outros insumos da natureza para poderem funcionar sem riscos de perdas e danos a alcançarem seu objetivo e seu destino final. E para isso, nós temos matéria prima de sobra para suprir em toda essa demanda de todos os países que buscam saltar e aprimorar suas tecnologias, mas que não possuem reservas a disposição, e assim o Brasil poderia contribuir além de ganhar com uma boa negociação. A POPULAÇÃO NÃO DEVE Ficar de braços cruzados e deveria se inteirar mais sobre o nosso valioso tesouro que é o NIOBIO, que é nosso e que poderia estar muito bem sendo usado em prol de toda população, de toda sociedade no seu bem estar. Pois é um direito nosso e não deve ser relegado a segundo plano e sendo usado tão somente de outros povos que não do nosso país. E assim como no passado, houve o slogan de que “O petróleo é nosso”, hoje podemos repetir que “O nióbio também é nosso”. 

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INSPIRAÇÕES  Valério p Lopes
Fonte de pesquisas: 
Diversas
   

terça-feira, 16 de janeiro de 2018

A Terra Plana nas Mentes Insanas...

       A TERRA QUE NUNCA FOI PLANA
Os astrônomos chineses colocam a terra como o modelo de um OVO, que foi usado frequentemente para descrever os céus como esféricos, isso no período de (78–139 d.C).. e assim descrevem:  ">Os céus são como um ovo de galinha e tão redondos como uma bala de besta; a terra é como a gema do ovo e está no centro."

E assim, na concepção de muitos sabe tudo dos dias de hoje,  a terra  é "plana",  assim como o sol e a lua vista redondamente a olho nu daqui de baixo, são  totalmente "planas",  e não redondas e alinhadas tal como o conhecemos desde sua existência, assim como uma laranja,  ou um maçã, ou uma doce  melancia, e quem sabe uma inocente  bola de futebol  a vista de muitos loucos por ai, também é plana,  e as estrelas,  quem sabe, são planas também, achatadas, pontiagudas e jamais arredondadas porque na visão de muitas mentes “criativas”  de hoje e não dos sábios de ontem, são proibidas de ser redondas, ovais e assim por diante. Lembrando aos desavisados  que  no próprio corpo  humano, especialmente o das mulheres, quando o  ovulo feminino é fecundado pelo primeiro espermatozoide, uma reação química em cadeia acontece, assim como a terra, uma camada protetora e misteriosa se forma em sua volta como uma membrana, protegendo e não deixando nada mais adentrar,  neste momento em diante, esse ovulo que é redondo como a terra, passa a girar na mesma sintonia e rotação do nosso planeta até o momento milagroso da evolução e do nascimento de um novo ser... Mas, e se fosse plano, esse ovulo fonte da vida não teria chance nenhuma...

"E assim todo homem, quando se apega a uma opinião, deseja fortemente permanecer com ela, mesmo sabendo estar errado, principalmente os mais dotados de presunção, eles não se contentam em trair sua própria Alma, mas tentara também impor aos demais que também nela creiam..”

A CONCEPÇÃO de uma terra plana nasceu dos muitos povos antigos, que no passado, sem ter conhecimentos tecnológicos algum, como hoje temos em demasia,  pensavam que a terra toda  era plana ou achatada em forma de um disco ou tigela invertida onde todos viviam e se locomoviam em cima dela. Nessas culturas antigas e pouco dilapidadas em seus conhecimentos,  estavam os gregos, no período clássico,  as civilizações da idade do bronze, da idade do ferro, do oriente médio,  até o período helenístico,  e na índia até o período Gupta. Muitas outras civilizações e culturas pensavam também da mesma forma, até que a ideia de uma terra esférica aparecesse na filosofia grega, através de Pitágoras, no século VI a. C.  Hoje na era moderna, onde se nasce que nem capim ou ervas daninhas invenções de todos os tipos uns para o bem e outros para o mal, inventam de tudo e  logo espalham  que nem sementes imaturas suas ideias sem maturação  na mídia geral,  para se promoverem, convencer ou tentar convencer todos aqueles indispostos a se tornarem bem informados em pleno século XX..
                                                                                             Valério p Lopes